Tuesday, April 17, 2012

1º blog

Ora bem, aqui está o Blog que prometi, uma vez que celebro uma data especial, e nada, nada convencional. 

São 10 anos sem namorada. Pois é, para um rapaz nos seus 30 anos, tanto tempo significa uma desastrosa forma de estar e viver com o género oposto. Podia ser uma coisa rara, mas não é. Tipos solitários como eu são… uma anomalia do sistema de distribuição que pressupõe uma mulher para cada homem. Bom, somos muitos.

O que leva uma pessoa a viver só, durante 10 anos? Um eremita, vivendo em plena capital? Nada, na verdade… nada neste mundo é tão simples que se explique em poucas palavras!
São os solitários pessoas infelizes? Por vezes. Teimam em falar no plural? Acredito que sim, embora sempre o tenha feito porque me soa melhor. Quem são os solitários? Malucos? Homossexuais? Padres? Sociopatas? Poetas e génios isolados?

Eu adoro mulheres. Mas não basta. Claro que, quem gosta de algo esforça-se para saber mais e luta por dominar qualquer arte ou ofício, para obter uma merecida recompensa. Por um designado esforço, uma merecida recompensa.

As capacidades não são inatas. Favorecidos pela natureza, os homens de barba rija dominam os mares e os portos. Quem consegue ser sedutor, charmoso, ter sucesso, conseguir relações que perduram através dos anos; não vejo qualquer correlação com aprendizagem. Popularidade, charme,… isso nasce com a pessoa, não se cria, não se inventa. Ou se é, ou não se é. No fundo, haverá sempre homens e rapazes.

E sobre o que escrevo aqui? Sobre mulheres, e não só. Bom, escrever sobre mulheres, deixar-me-ia sem tema ao fim de alguns dias. Por isso é esse o impulso para iniciar a minha escrita e desenrolar outras histórias e desabafos.

É importante escrever um blog sobre qualquer assunto no qual nos sentimos à vontade, e acima de tudo, que gostamos. História Geral exige muita pesquisa, e para encontrar fonte de inspiração e escrever sobre o género oposto, basta apenas sair à rua. Pois, elas estão em toda à parte, e em maioria nas Universidades. Estão também em qualquer supermercado ou paragem de autocarro. Mas escasseiam nos bares onde leio o diário e oiço os velhos temas de um rock que poucos veneram, nas tendas de campismo selvagem algures nessas serras desertas, nas minhas viagens ao acaso e no meu apartamento!

Vem mesmo a propósito dizer que são inteligentes, escolhem com objectivos mais concretos e elevados, não mudam sua opinião de acordo com a taxa de alcoolemia, amam e depois entregam-se, esforçam-se mais para que dê certo, traem por razões mais nobres, assumem um papel passivo porque tem acima de tudo a última palavra. Mulheres… vivem mais tempo, e vivem mais coisas ao mesmo tempo. São fantásticas, a outra metade.

A mulher é naturalmente, o género mais inteligente, porque chama a si a maior das responsabilidades: assegurar a geração seguinte. Mas não vou falar sobre maternidade nem feminismo, falta-me know how para abordar temas tão complexos. Gosto de ver uma jovem mãe com uma criança pela mão. Acho que é o elo mais fortes entre dois seres. Os homens não são capazes de fazer a vez de uma mulher, e esforçando-se podem apenas lhe dar um importante apoio, mas nunca fazer-lhe a vez. E assim, de alguma forma, resumo o que penso em relação ao feminismo e acerca da maternidade.

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